talvez pela sensação de impotência, talvez pela sensação de figura de parvo... ou apenas porque sei que no fundo, tudo vale nada.
os pequenos 'tudos', que são nada afinal... fogem das mãos... como areia que tento conter entre os dedos e teimosamente se escapa... nada é garantido, nunca foi... jamais.
acho que quanto mais tempo passo comigo, mais certezas tenho.
certezas que não me agradam, mas inevitavelmente entranhadas nesta cabeça descompensada.
quero começar tudo outra vez. recomeçar do zero. sem amarras, referencias ou desilusões...
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